Os dois tenants pagos estavam presos em `1.1-demo` desde 24/09 23:43,
sem conseguir ir para `1.2-auditoria`. O ArgoCD dizia Synced: o
Deployment batia com o git. O que nao acontecia era o rollout.
Em repouso os cinco Deployments somam 2944Mi. O maxSurge de 25% sobre
uma replica arredonda para cima e pede um pod inteiro a mais: 768Mi,
quando o que troca e um runtime. 2944 + 768 = 3712, contra 3584.
O cabecalho do arquivo ja tinha essa licao escrita -- para `pods`, que
derrubou o provisionamento do plataforma em 17/09. A memoria nao ganhou
o mesmo tratamento. Agora a regra esta escrita uma vez, para todos os
tetos, e o paragrafo velho que ainda dizia `pods: 8` saiu.
So limits.memory travava: medido hoje, requests.memory tinha 560Mi
livres (a troca pede 400), requests.cpu 1100m (pede 100), limits.cpu
1300m (pede 1000) e pods 5 de 10.
O script de rotacao usou `bash -s` com o roteiro E a senha no mesmo stdin: o
`read` consumiu linha do proprio roteiro, e o Secret foi selado com lixo (54
caracteres). O pod nao tinha reiniciado, entao o e-mail continuava funcionando
pela variavel ja carregada — mas o proximo restart quebraria.
Volta ao selo que funciona. A senha nova sera aplicada pelo script corrigido.
A prova de ponta a ponta terminou. Com o bloco no ar, /planos devolvia bronze
mensal 5,00 contra anual 1.870,00 — e a landing page mostraria os dois lado a
lado.
A contratacao pela landing page. Aqui nao ha catch-all: caminho que nao esta
escrito nao existe — o endpoint respondeu vazio com a imagem ja no ar porque o
servico tinha a rota e o Ingress nao.
O nginx roteia /bff e /api com proxy_pass de variavel, e ai resolve por
requisicao usando a diretiva resolver. O resolver do nginx nao le os dominios
de busca do /etc/resolv.conf: pergunta o nome cru ao CoreDNS, que responde
NXDOMAIN para servico-bff.
O sintoma engana: 502 com could not be resolved no log do nginx, enquanto
getent hosts servico-bff dentro do MESMO pod resolve — porque o getent usa o
search e o nginx nao. E por isso que o escolinha sempre usou FQDN aqui.
Vale para TODO tenant provisionado: eles nao tem Keycloak proprio, usam este,
um realm cada. O tema vem por ConfigMap e nao por imagem porque o login.ftl traz
as imagens em data URI — o ConfigMap e montado read-only sobre o diretorio e nao
sobra resources/ para o Keycloak servir.
O molde do tenant ja apontava para ca — a SPA em ATM_KC_URL e os tres runtimes
em ATM_ISSUER — e o host nao existia. O navegador batia em
ERR_CERT_AUTHORITY_INVALID e, passando por cima, em 404 do Traefik.
Nao e auth-plataforma para o cliente: o endereco aparece na barra dele durante
o login, e o nome do nosso tenant interno nao tem o que fazer ali.
A etapa BANCO_CRIADO reinicia o PgBouncer e espera ele voltar. Com 5, o backoff
da 155s — menos do que o pod novo levou nas tres medicoes de hoje, e os dois
clientes pagos precisaram de retomada a mao. Com 8 da 515s, dentro da janela.
So o hostname faz o Keycloak resolver esquema e porta a partir da requisicao.
O provisionamento chama a Admin API por dentro (http://keycloak:8080), e o link
do convite saiu http://auth-plataforma.athleticmap.com:8080 — o cliente clicava
e dava ERR_CONNECTION_TIMED_OUT.
O deny-cross-tenant libera 443 para a internet e nada mais. O Keycloak batia em
Network is unreachable na 587, e o erro que chegava ao provisionamento era
Failed to send execute actions email — que manda procurar no SMTP, nao na rede.
db-credentials (a senha do papel) e <tenant>-tls (so a existencia, que e como a
etapa DNS_PUBLICADO sabe que o cert-manager terminou). Por tenant porque o nome
do TLS depende dele e resourceNames nao aceita curinga — e dar get em qualquer
Secret do namespace deixaria o provisionamento ler a chave Asaas DO CLIENTE.