Ao conferir que os Secrets tinham materializado, o comando imprimiu o campo
`.data` inteiro — ou seja, parte do valor em base64 dos dois tokens foi parar na
conversa. Curto, e o bastante para nao dar por confiavel.
Regerados. Custo zero: nada os referenciava ainda (nenhum Deployment, e o
webhook nao estava cadastrado no Asaas), entao nao houve janela de uso.
A licao, que ja valia para senha e vale igual para Secret: conferir existencia
com `-o name`, e nunca com `-o custom-columns=...:.data` nem `-o yaml`. O que se
quer saber e SE existe, nao O QUE e.
PLATAFORMA_ADMIN_TOKEN e PLATAFORMA_WEBHOOK_TOKEN. Os dois sao gerados aqui, ao
contrario da api-key do Asaas, que vem do painel do provedor.
O valor nasceu, foi selado e morreu dentro de um unico shell no servidor: nao
foi ecoado, nao foi para arquivo, nao entrou no historico e nao apareceu em ps.
O que se commita e o cifrado, que e publico por natureza.
Vao SOZINHOS neste commit, sem a referencia no Deployment: secretKeyRef de
Secret ausente impede o pod de subir. Primeiro o Secret materializa, depois o
env aponta para ele.
O webhook-token precisa ser CADASTRADO no painel do Asaas com o mesmo valor. Ele
pode ser lido uma vez, por quem for cadastrar:
kubectl -n plataforma-prod get secret plataforma-webhook-token \
-o jsonpath='{.data.token}' | base64 -d